* A vida humana não tem só um nascimento, só uma infância, é feita de vários renascimentos, de várias infâncias. , in - Francesco Alberoni, , brisas serenas, , *
Simples de Coração: obrigada pela visita e pelo rasto visível :D. Sou professora de línguas vivas (mas agora de mais coisas, assim nos obriga o ME). volte(a) sempre.
Alberoni é sempre uma fonte de sábia sensatez e sobretudo é dos pensadores que mais claramente consegue sintetizar e explicar as suas ideias. Apesar de pequeno mas sucinto, este artigo não foge à regra e em muito poucas palavras dá-nos a referência da origem do problema e caracteriza a essência do que as nossas sociedades actualmente enfrentam na função de ensinar as populações mais jovens. Ao passar do relativismo histórico e cultural para o plano dos valores, o pós-modernismo criou o efeito pernicioso de diminuir as capacidades de mobilidade social dos estratos mais baixos e com isso, indirectamente, concorreu para aumentar o fosso entre os mais pobres e os mais ricos e ainda a concentração da riqueza produzida num cada vez menor número de pessoas. Temos pois que reflectir sobre alternativas a estes modelos de pensamento, naturalmente com a preocupação de nos mantermos no domínio de uma sociedade aberta e do estado de direito.
É tema de máximo interesse na sociedade portuguesa. Merece amplo debate.
Olá Luís, A+pesar das críticas que possam fazer ao Alberoni eu gosto muito dele. Tenho quase todos os seus livros. Aprendi muito com ele e, a partir dele, questionei muita coisa. Eu vou pondo aqui as coisas que faço e aquelas que mexem com as minhas emoções. quem quiser entrar na roda e dissecar o assunto, será sempre bem-vindo. Eu tenho muitos leitores, Luís, mas são poucos os que comentam.já vão aparecendo novos comentadores e leitores também. saúde e paz e um resto de boa tarde. ... não quer espreitar o post "dos outros"? aquele blog é muito interessante.
Concordo consigo a respeito do Professor Alberoni e também possuo praticamente tudo aquilo que está traduzido em português, pois não sei ler italiano.
Quanto ao post para que me convida a espreitar, já não terei tanto espaço para o fazer e isso sem duvidar do interesse que possa ter. Acontece que tenho um tempo muitíssimo limitado para estar aqui e, como tal, por disciplina, acredite, apenas visito o seu e outros três blogs, nada mais. O seu porque fui voltando, um dos outros por ser de amigos chegados e os restantes dois por serem espaços de que gosto. Para lá deles, não sou frequentador da blogosfera ou deste género de redes sociais. Portanto -tatatatãããããã...- queira ter a gentileza de sentir o privilégio de me ter por aqui. Isto é uma brincadeira, como é bom de ver, faz parte do meu sentido de humor. Mas não duvido que tenha interesse, quer o post que refere quer o blog, darei uma espreitadela, mas em casa, não aqui.
É pena que não hajam mais comentários, sobretudo não se limitando ao porreirismo do costume, mas não é grave que assim seja.
Saúde, haja paz neste mundo, tão bonito e tão mal estimado
Muito bom, Em@!
ResponderEliminarAlberoni é para mim um sábio!
Posso levar?
Beijinhos
claro, Cristina.
ResponderEliminarbeijinho
Olá!!
ResponderEliminarAgradecido pela visita...és bem-vinda...
Também li um pouco de seu blog e adorei...e também voltarei...Deixar rastro :D
Só por curiosidade...é professora de q?
Abraços!
*
ResponderEliminarA vida humana não tem só um
nascimento, só uma infância,
é feita de vários renascimentos,
de várias infâncias.
,
in - Francesco Alberoni,
,
brisas serenas,
,
*
Simples de Coração:
ResponderEliminarobrigada pela visita e pelo rasto visível :D.
Sou professora de línguas vivas (mas agora de mais coisas, assim nos obriga o ME).
volte(a) sempre.
abraços
Poetaeusou:
ResponderEliminarAcredito, perfeitamente, nisso. Quais fénix(es) somos nós, sempre cinzas renascendo.
uma mão cheia de estrelinhas-do-mar (também estas têm a capacidade de regenerar-se.)
Olá,
ResponderEliminarAlberoni é sempre uma fonte de sábia sensatez e sobretudo é dos pensadores que mais claramente consegue sintetizar e explicar as suas ideias. Apesar de pequeno mas sucinto, este artigo não foge à regra e em muito poucas palavras dá-nos a referência da origem do problema e caracteriza a essência do que as nossas sociedades actualmente enfrentam na função de ensinar as populações mais jovens.
Ao passar do relativismo histórico e cultural para o plano dos valores, o pós-modernismo criou o efeito pernicioso de diminuir as capacidades de mobilidade social dos estratos mais baixos e com isso, indirectamente, concorreu para aumentar o fosso entre os mais pobres e os mais ricos e ainda a concentração da riqueza produzida num cada vez menor número de pessoas.
Temos pois que reflectir sobre alternativas a estes modelos de pensamento, naturalmente com a preocupação de nos mantermos no domínio de uma sociedade aberta e do estado de direito.
É tema de máximo interesse na sociedade portuguesa. Merece amplo debate.
Um resto de dia em paz,
Luís F. de A. Gomes
Olá Luís,
ResponderEliminarA+pesar das críticas que possam fazer ao Alberoni eu gosto muito dele. Tenho quase todos os seus livros. Aprendi muito com ele e, a partir dele, questionei muita coisa.
Eu vou pondo aqui as coisas que faço e aquelas que mexem com as minhas emoções. quem quiser entrar na roda e dissecar o assunto, será sempre bem-vindo.
Eu tenho muitos leitores, Luís, mas são poucos os que comentam.já vão aparecendo novos comentadores e leitores também.
saúde e paz e um resto de boa tarde.
...
não quer espreitar o post "dos outros"? aquele blog é muito interessante.
Olá, então
ResponderEliminarConcordo consigo a respeito do Professor Alberoni e também possuo praticamente tudo aquilo que está traduzido em português, pois não sei ler italiano.
Quanto ao post para que me convida a espreitar, já não terei tanto espaço para o fazer e isso sem duvidar do interesse que possa ter. Acontece que tenho um tempo muitíssimo limitado para estar aqui e, como tal, por disciplina, acredite, apenas visito o seu e outros três blogs, nada mais.
O seu porque fui voltando, um dos outros por ser de amigos chegados e os restantes dois por serem espaços de que gosto. Para lá deles, não sou frequentador da blogosfera ou deste género de redes sociais. Portanto -tatatatãããããã...- queira ter a gentileza de sentir o privilégio de me ter por aqui. Isto é uma brincadeira, como é bom de ver, faz parte do meu sentido de humor.
Mas não duvido que tenha interesse, quer o post que refere quer o blog, darei uma espreitadela, mas em casa, não aqui.
É pena que não hajam mais comentários, sobretudo não se limitando ao porreirismo do costume, mas não é grave que assim seja.
Saúde, haja paz neste mundo, tão bonito e tão mal estimado
Luís F. de A. Gomes
Eu tenho um defeito Luís...posto muito. cá em casa dizem-me para postar só um ou dois posts, mas que quer...sou uma mãos largas :D
ResponderEliminarmas também o meu objectivo nunca foi ter uma caixa se comentários cheios. se tenho leitores e retornam é porque gostam de alguma coisa, logo...
paz e saúde.
---> uma caixa De comentários cheiA e 'se ....cheios' arrrrrrrrrrgh
ResponderEliminarLuís:
ResponderEliminaresqueci-me de agradecer o privilégio.imperdoável da minha parte. sorry e muitos thankiús por achar que merece a pena voltar ou ir voltando.
:D
Saúde e paz.
Olá, agora de noite
ResponderEliminarNão se preocupe, já agradeceu nas respostas que me vai dando. Aliás, eu estava brincando.
Noite de paz,
Luís F. de A. Gomes
:)
ResponderEliminarsó agora voltei!
noite de paz, sim.