Gosto quando o poema nos leva a pensar em uma realidade que difere da nossa...pelo menos no meu caso...que estou rodeado de concreto que sinto preso quando me deparo com poemas como este que você postou...
...As vezes como diz o poeta pisamos em nosso próprio canto...
...Talvez seja necessário para todos nós nos ver presentes em realidades como do seu poema e sua fotográfia!
Muito obrigado por se tornar seguidora e pelo comentário. São pessoas como a Ema, a Anabela, a Elsa que me dão forças para continuar. Tenho a acrescentar que gosto muito da foto da sua autoria acompanhada da descrição.
obrigada, José, pela cortesia de me retribuír a visita e a dupla pegada que deixa. prometo continua atenta e força que o caminho faz-se caminhando.:) beijo
Juan: ficou para último, intencionalmente.:) percebo o que diz e também gosto de me confrontar com os outros lados (realidades). eu tirei o meu curso numa grande cidade. vivi lá como que em prisão domiciliária.senti-me sempre asfixiada. Optei por viver, depois, na provícia porque valorizo a qualidade de vida que esta me proporciona.gosto de ver as estrelas e a lua e nas grandes cidades, de noite, não se consegue ver o céu... já viajei por grandes cidades,mas fico sempre pouco tempo e palmilho-as de preferência a pé. sou muito mais ligada à natureza do que ao concreto (ou cimento armado, como dizemos aqui).de vez em quando dou uma fugida para um banho de "coisas culturais" diferentes daquelas que posso ter onde vivo. ...e muito obrigada por ter gostado do meu poema. beijo
Syl: pode crer. só de olhar ficamos com a alma a transbordar daquela cor linda. só apetece estar ali de papo-prò-ar a inundar a vista de tanta beleza e depois soltar os pássaros. beijo
Gosto quando o poema nos leva a pensar em uma realidade que difere da nossa...pelo menos no meu caso...que estou rodeado de concreto que sinto preso quando me deparo com poemas como este que você postou...
ResponderEliminar...As vezes como diz o poeta pisamos em nosso próprio canto...
...Talvez seja necessário para todos nós nos ver presentes em realidades como do seu poema e sua fotográfia!
Espero que já tenhas descansado, e que te sintas com muita força, para prosseguires.
ResponderEliminarBeijinho de chicoronha.
Muito obrigado por se tornar seguidora e pelo comentário. São pessoas como a Ema, a Anabela, a Elsa que me dão forças para continuar.
ResponderEliminarTenho a acrescentar que gosto muito da foto da sua autoria acompanhada da descrição.
Um beijo,
José Pires
Posso ver os pássaros voando, Ema!
ResponderEliminarTua sensibilidade é encantadora.
beijos
Dúdu:
ResponderEliminardescansei poucochinho...ainda não chegou para retemperar as forças.amanhã já estarei, penso,com as forças ao meu nível.
beijinho de chicoronha
obrigada, José, pela cortesia de me retribuír a visita e a dupla pegada que deixa. prometo continua atenta e força que o caminho faz-se caminhando.:)
ResponderEliminarbeijo
Andrea:
ResponderEliminarmuito obrigada por visualizar com o <3 o que escrevo.
beijo
Juan:
ResponderEliminarficou para último, intencionalmente.:)
percebo o que diz e também gosto de me confrontar com os outros lados (realidades).
eu tirei o meu curso numa grande cidade. vivi lá como que em prisão domiciliária.senti-me sempre asfixiada. Optei por viver, depois, na provícia porque valorizo a qualidade de vida que esta me proporciona.gosto de ver as estrelas e a lua e nas grandes cidades, de noite, não se consegue ver o céu... já viajei por grandes cidades,mas fico sempre pouco tempo e palmilho-as de preferência a pé.
sou muito mais ligada à natureza do que ao concreto (ou cimento armado, como dizemos aqui).de vez em quando dou uma fugida para um banho de "coisas culturais" diferentes daquelas que posso ter onde vivo.
...e muito obrigada por ter gostado do meu poema.
beijo
Um céu de jacarandás com certeza faz os pássaros do peito felizes. Até eu ousaria me alar pra voar por lá!
ResponderEliminarBeijoca
Syl:
ResponderEliminarpode crer. só de olhar ficamos com a alma a transbordar daquela cor linda. só apetece estar ali de papo-prò-ar a inundar a vista de tanta beleza e depois soltar os pássaros.
beijo