Deixa-me, por isso, aquietar a chama que fizeste brotar-me no peito, para que o fogo do meu olhar chova extinguido-se em pétalas de mel, onde a linha d'água, de miragem se faça o esteiro de luz e doçura onde banharemos os corpos e as almas.
Deixa-me conhecer a felicidade.
Olá, uma vez mais
Conciso mas bonito, o seu poema, cheio de nuances que podem ser desenvolvidas em mútliplas matízes do amor. É este um tema recorrente na literatura e sempre esta será acompanhada por aquele enquanto houver Humanidade. A dificuldade está em saber cantá-lo com elegância e sem o rame rame do dejá vu e a senhora consegue-o, sempre com a elegância que a simplicidade erradia.
É sempre um encanto entrarmos neste seu jardim de oliveiras e margaridas; posso chamar-lhe assim?
Olá! Você não me conhece...ainda! Mas poderá vir a conhecer! Vim aqui pois preciso convidar dois blogs que não conhecia e chama-los para participar da Postagem Coletiva do blog: http://um-blog-para-todos.blogspot.com/ Nessa postagem faremos uma parceria com nossa eterno e inesquecível Vinícius de Moraes. Conto com a sua presença! Beijinho Obrigada|
É curioso como as lágrimas no olhar, consoante a tristeza que as despoleta, são fogo do nosso sentir. Aqui não é a "água" que vence o "fogo"! Gostei de tanto que diz em tão poucas palavras.
Deixa-me, por isso, aquietar a chama
ResponderEliminarque fizeste brotar-me no peito,
para que o fogo do meu olhar chova
extinguido-se em pétalas de mel,
onde a linha d'água, de miragem
se faça o esteiro de luz e doçura
onde banharemos os corpos e as almas.
Deixa-me conhecer a felicidade.
Olá, uma vez mais
Conciso mas bonito, o seu poema, cheio de nuances que podem ser desenvolvidas em mútliplas matízes do amor.
É este um tema recorrente na literatura e sempre esta será acompanhada por aquele enquanto houver Humanidade. A dificuldade está em saber cantá-lo com elegância e sem o rame rame do dejá vu e a senhora consegue-o, sempre com a elegância que a simplicidade erradia.
É sempre um encanto entrarmos neste seu jardim de oliveiras e margaridas; posso chamar-lhe assim?
Hasta luego
Luís Gomes
Estes olhares são perigosos demais...
ResponderEliminarbeijos
há sempre o mar dos olhos, em@. e como arde, por vezes...
ResponderEliminarum beijinho!
Olá!
ResponderEliminarVocê não me conhece...ainda!
Mas poderá vir a conhecer!
Vim aqui pois preciso convidar dois blogs que não conhecia e chama-los para participar da Postagem Coletiva do blog: http://um-blog-para-todos.blogspot.com/
Nessa postagem faremos uma parceria com nossa eterno e inesquecível Vinícius de Moraes.
Conto com a sua presença!
Beijinho
Obrigada|
Gostei deste espaço
Vou seguir-te
É curioso como as lágrimas no olhar, consoante a tristeza que as despoleta, são fogo do nosso sentir. Aqui não é a "água" que vence o "fogo"!
ResponderEliminarGostei de tanto que diz em tão poucas palavras.
Beijinho
Que bom a água ser apenas miragem, o que me atrai aí são as chamas de fogo que ardem no olhar...
ResponderEliminare no coração, claro! Não há como não se contagiar com esses versos, Em@.
Beijos, querida.
tão bonito este olhar!
ResponderEliminarbeijo Em@