Bom dia, sob o embalo do canta que encanta da passarada que me rodeou enquanto comia e não é que os pardalitos mais atrevidotes partilharam as migalhas amarelas do bolo que lhes ofereci? Foi encanto de ver que maravilha os olhos e... A alma também.
Tal qual este seu rincão precioso que de sons e imagens, palavras e pensamentos faz um repouso revigorante para aqueles que por aqui passam ou têm a sorte de o fazer.
E o que será o apelo do deserto?
As ondas de areia em que me atiro e retiro para encontrar o que me está no peito. E assim, dos grão em que docemente me afundo, farei as sementes do jardim que do nada criarei no deserto que passará a ser meu. E eu partilho... Nosso.
E agora vou bolir até que as horas me doam, para já, repetindo a dose da cantora anterior que, embora cante em galego, tem, neste tema, uma musicalidade que de início me fez lembrar cultura de outros séculos, de outras espiritualidades.
Um dia em paz para si, com brilhos de estrelas nos olhos, passarinhos palradores em brincadeiras com querubins nos cabelos e... Harmonia na alma.
Gostei do apelo do deserto e dos mabecos que guardam a noite. Há muito que não ouvia o som da palavra MABECO tão vulgar e ususal na minha saudosa Angola. Abraço caldeira
Luís: O apelo do deserto é a casa primeira...vivi até aos 7 anos num.e foram, sem dúvida, os melhores anos da minha vida.liberdade,solidariedade, companheirismo, contacto directo com a natureza, família alargada aos amigos, sei lá! do melhor. paz e saúde.
Zé! é meu patrício? huuuuuuuuuuuuum! que bom! os mabecos, cães do deserto, eram horríveis e metiam-me muito medo, quando à noite acampávamos no deserto, perto de umas pedras grandes...o meu pai e os amigos faziam um círculo com os jeeps e fogueiras. nós acampávamos no meio. e os mabecos, uivavammmmm tanto no cimo das pedras que eu, pequenina, tremia, com medo que eles conseguissem chega a nós...porque ouvia muitas histórias sobre os ataques deles. tinha mais medo deles do que dos leões, onças etc. beijo, Zé!
Má querida: já chegou e já fiz referência especial a isso. um obrigada tão graaaaaaande que vai daqui até aí num abraço forte! *_* escrevi também mail. + um beijo
AC: porquê o ajuste de contas final? essa expressão desperta-me receio...porque parece definitiva. aquilo que lá vivi, não pode ser revivido por milhentas razões.tudo é diferente. demasiada gente querida já partiu...hei-de regressar ao Sul. se não for ao meu Sul, hei-de ir a outros SUL. aliás eu vivo num Sul, embora tenha quase nada daquele que foi meu. não sei se me faço entender. :) beijo
Olááá,
ResponderEliminarBom dia, sob o embalo do canta que encanta da passarada que me rodeou enquanto comia e não é que os pardalitos mais atrevidotes partilharam as migalhas amarelas do bolo que lhes ofereci? Foi encanto de ver que maravilha os olhos e... A alma também.
Tal qual este seu rincão precioso que de sons e imagens, palavras e pensamentos faz um repouso revigorante para aqueles que por aqui passam ou têm a sorte de o fazer.
E o que será o apelo do deserto?
As ondas de areia em que me atiro e retiro para encontrar o que me está no peito. E assim, dos grão em que docemente me afundo, farei as sementes do jardim que do nada criarei no deserto que passará a ser meu. E eu partilho... Nosso.
E agora vou bolir até que as horas me doam, para já, repetindo a dose da cantora anterior que, embora cante em galego, tem, neste tema, uma musicalidade que de início me fez lembrar cultura de outros séculos, de outras espiritualidades.
Um dia em paz para si, com brilhos de estrelas nos olhos, passarinhos palradores em brincadeiras com querubins nos cabelos e... Harmonia na alma.
Luís Gomes
Gostei do apelo do deserto e dos mabecos que guardam a noite. Há muito que não ouvia o som da palavra MABECO tão vulgar e ususal na minha saudosa Angola.
ResponderEliminarAbraço
caldeira
O Livro de nosso amigo Jorge Pimenta já se encontra em Portugal, postado na mesma data que o teu, recebeste o mimo??
ResponderEliminarbeijos...
O sul, sempre o apelo do sul...
ResponderEliminarOxalá um dia haja o ajuste de contas final!
Beijo :)
Sabes bem que também o oiço...
ResponderEliminarBj
Durante o tempo necessário para brilhar mais e mais!
ResponderEliminarBeijocas, querida.
Luís:
ResponderEliminarO apelo do deserto é a casa primeira...vivi até aos 7 anos num.e foram, sem dúvida, os melhores anos da minha vida.liberdade,solidariedade, companheirismo, contacto directo com a natureza, família alargada aos amigos, sei lá! do melhor.
paz e saúde.
Zé!
ResponderEliminaré meu patrício?
huuuuuuuuuuuuum! que bom!
os mabecos, cães do deserto, eram horríveis e metiam-me muito medo, quando à noite acampávamos no deserto, perto de umas pedras grandes...o meu pai e os amigos faziam um círculo com os jeeps e fogueiras. nós acampávamos no meio. e os mabecos, uivavammmmm tanto no cimo das pedras que eu, pequenina, tremia, com medo que eles conseguissem chega a nós...porque ouvia muitas histórias sobre os ataques deles. tinha mais medo deles do que dos leões, onças etc.
beijo, Zé!
Má querida:
ResponderEliminarjá chegou e já fiz referência especial a isso.
um obrigada tão graaaaaaande que vai daqui até aí num abraço forte! *_*
escrevi também mail.
+ um beijo
AC:
ResponderEliminarporquê o ajuste de contas final? essa expressão desperta-me receio...porque parece definitiva.
aquilo que lá vivi, não pode ser revivido por milhentas razões.tudo é diferente. demasiada gente querida já partiu...hei-de regressar ao Sul. se não for ao meu Sul, hei-de ir a outros SUL. aliás eu vivo num Sul, embora tenha quase nada daquele que foi meu. não sei se me faço entender.
:)
beijo
Anabela: eu tenho a certeza que nasceste no Norte por engano...tens alma do SUL, minha amiga.
ResponderEliminarbeijo
J:
ResponderEliminarAssim será!
beijo, minha querida.