Oh, Ema, minha querida Aqui não é diferente... Também sinto vergonha dos absurdos que vejo. Tudo muito lamentável... Deus tenha pena de nós. Abraço solidário, amiga!
Eu sei, Zélia, querida,eu acompanho as notícias,embora, de quando em vez, tenha de hibernar para salvaguarda da minha sanidade mental. mas que quer, por vezes acho que é quase impossível voltar ao antigamente... ingenuidade minha. ____________ beijo, solidário e grato
Em@, Vergonha e revolta por vivermos numa ditadura mascarada de democracia. Quando uma polícia tão prestimosa, bate em sindicalistas que protestam contra a injustiça de lhes roubarem no salário, a mesma polícia deixa fugir de uma viatura celular dois traficantes de Droga de alta perigosidade e não fazem nada. Tristeza de País. Malfadada Pátria. Beijo Caldeira
Nem só de arte vive o homem, de inconformismo e indignação também, especialmente quando tais sentimentos partem de dizer presente no combate à(s) injustiça(s) e, neste sentido, faz a Ema muito bem em deixar aqui a sua repulsa e protesto perante algo que, tal qual diz, nos envergonha e muito.
Mas enfim, infelizmente tenho para mim que são sinais dos tempos.
Sabe Ema, por acaso tenho o hábito de escrever e num dos diários que fiz para as minhas queridas filhas, já não me recordo qual, mas creio que foi nos volumes ao primeiro dos anos escolares de alguma delas, a propósito do que se ia vendo em termos de corrupção e promiscuidade entre os intérpretes do poder políticos e os dos poderes fáticos -alguns esconsos e tenebrosos- escrevi, um tanto ou quanto em pendor pessimista que voltaríamos a morrer nas barricadas da liberdade. A distância a que estaremos dessa frase variará entre os seis e os dez anos, conforme tenha saído no diário da mais velha ou da mais nova. Pois cada vez mais me convenço que os tempos têm vindo a dar-me razão e temo que seja o conzento a cor que temos no horizonte do futuro. A verdade é que depois desta crise financeira e da forma como o cidadão comum acabou por a pagar, sem contrapartidas e vendo reduzidos os seus direitos sociais, não deve faltar muito para que tão gozada luta de classes estale pelas ruas e locais de trabalho e como não estou a ver os Sócrates, Passos e Portas deste mundo e quejandos a abdicarem da festença em que afinal apenas se limitam a subir na vid(inh)a, imagino que o recurso ao silênciamento do pensamento e das vozes dissidentes será brevemente uma prática corriqueira. Do fundo do coração, oxalá esteja redondamente enganado.
Lamento não ter palavras mais bonitas para dizer, mas é o que temos.
Tonho, era bom , sim que isso acontecesse. por aqui há uns e umas quantas que podem dar uma ajudinha (eu incluída!) eu sei que vocês aí no Brasil não estão melhores que nós neste aspecto. mas sabe? acho que está a chegar a altura de fazermos um outro "25 de Abril", mas este a sério. beijo :(
Luís, nos meus dias + não eu também acredito que o futuro se torne bem amargo para quem gosta de horizontes largos, pensamento e passos livres. mas depois, acredito que teremos a capacidade de lhes dizer NÃO. de os enfrentar. sejam eles cá de dentro ou lá de fora. é preciso é começar a mostrar-lhes que já basta. comececemos pois no próximo Domingo! votemos.mostremos quanto zangados estamos! saúde e paz
Bem-vindo, Andrarte. já é altura de arregaçarmos as mangas e fazermos qualquer coisa. qualquer dia para além de não podermos falar, pagamos imposto por viver. beijo e obrigada
Silviah, mas no entretanto, os nossos salários deste mês, já sofrem um rombo...pois confiscam-nos uma percentagem para pagar a crise que veio de fora e que engrossou com o roubo dos figurões que continuam em lugares-chave. porca miséria. beijo
Oh, Ema, minha querida
ResponderEliminarAqui não é diferente...
Também sinto vergonha dos absurdos que vejo.
Tudo muito lamentável...
Deus tenha pena de nós.
Abraço solidário, amiga!
Subscrevo a tua vergonha, Em@. A tua vergonha é a minha. Que vil triteza!
ResponderEliminarVais à próxima manif?
Eu sei, Zélia, querida,eu acompanho as notícias,embora, de quando em vez, tenha de hibernar para salvaguarda da minha sanidade mental. mas que quer, por vezes acho que é quase impossível voltar ao antigamente...
ResponderEliminaringenuidade minha.
____________
beijo, solidário e grato
Anabela:
ResponderEliminarclaro. temos que nos abraçar. valha-nos isso.
e botar no coelhinho ao poleiro, já, já.
porca miséria!
↓
ResponderEliminarUm dia ainda VERGO esta NHA! Ah ! ah! ah! ah!
Como disse a Zélia:
No Brasil ´e vergonhoso...
:(
Ema
ResponderEliminarJá levei. Às 17H30 publico.
Obrigado
em@
ResponderEliminarvenho aqui partilhar um novo blog que fiz, para divulgar um pouco da arte que minhas mãos tecem!
http://cirandalavrandeira.blogspot.com/
Beijos!
Em@,
ResponderEliminarVergonha e revolta por vivermos numa ditadura mascarada de democracia. Quando uma polícia tão prestimosa, bate em sindicalistas que protestam contra a injustiça de lhes roubarem no salário, a mesma polícia deixa fugir de uma viatura celular dois traficantes de Droga de alta perigosidade e não fazem nada.
Tristeza de País. Malfadada Pátria.
Beijo
Caldeira
Olááá,
ResponderEliminarNem só de arte vive o homem, de inconformismo e indignação também, especialmente quando tais sentimentos partem de dizer presente no combate à(s) injustiça(s) e, neste sentido, faz a Ema muito bem em deixar aqui a sua repulsa e protesto perante algo que, tal qual diz, nos envergonha e muito.
Mas enfim, infelizmente tenho para mim que são sinais dos tempos.
Sabe Ema, por acaso tenho o hábito de escrever e num dos diários que fiz para as minhas queridas filhas, já não me recordo qual, mas creio que foi nos volumes ao primeiro dos anos escolares de alguma delas, a propósito do que se ia vendo em termos de corrupção e promiscuidade entre os intérpretes do poder políticos e os dos poderes fáticos -alguns esconsos e tenebrosos- escrevi, um tanto ou quanto em pendor pessimista que voltaríamos a morrer nas barricadas da liberdade. A distância a que estaremos dessa frase variará entre os seis e os dez anos, conforme tenha saído no diário da mais velha ou da mais nova.
Pois cada vez mais me convenço que os tempos têm vindo a dar-me razão e temo que seja o conzento a cor que temos no horizonte do futuro. A verdade é que depois desta crise financeira e da forma como o cidadão comum acabou por a pagar, sem contrapartidas e vendo reduzidos os seus direitos sociais, não deve faltar muito para que tão gozada luta de classes estale pelas ruas e locais de trabalho e como não estou a ver os Sócrates, Passos e Portas deste mundo e quejandos a abdicarem da festença em que afinal apenas se limitam a subir na vid(inh)a, imagino que o recurso ao silênciamento do pensamento e das vozes dissidentes será brevemente uma prática corriqueira. Do fundo do coração, oxalá esteja redondamente enganado.
Lamento não ter palavras mais bonitas para dizer, mas é o que temos.
A paz esteja consigo,
Luís
Tonho,
ResponderEliminarera bom , sim que isso acontecesse. por aqui há uns e umas quantas que podem dar uma ajudinha (eu incluída!)
eu sei que vocês aí no Brasil não estão melhores que nós neste aspecto.
mas sabe? acho que está a chegar a altura de fazermos um outro "25 de Abril", mas este a sério.
beijo :(
Miguel:
ResponderEliminargrata por mais uma vez me tornares + visível, embora neste caso, eu preferisse não ter razão para...
abreijo
Pam, obrigada.
ResponderEliminaracompanharei com muito gosto.
beijo
Zé, isso mesmo.
ResponderEliminarsem tirar nem pôr.
beijo solidário
Luís,
ResponderEliminarnos meus dias + não eu também acredito que o futuro se torne bem amargo para quem gosta de horizontes largos, pensamento e passos livres.
mas depois, acredito que teremos a capacidade de lhes dizer NÃO. de os enfrentar. sejam eles cá de dentro ou lá de fora.
é preciso é começar a mostrar-lhes que já basta. comececemos pois no próximo Domingo! votemos.mostremos quanto zangados estamos!
saúde e paz
Pois é....e um foi acusado....
ResponderEliminarVamos ver o que o futuro nos reserva...
mas não acredito em melhoras..
Beijo
Bem-vindo, Andrarte.
ResponderEliminarjá é altura de arregaçarmos as mangas e fazermos qualquer coisa.
qualquer dia para além de não podermos falar, pagamos imposto por viver.
beijo e obrigada
Querida Em@,
ResponderEliminarO mal por si mesmo se destrói, é só uma questão tempo.
bjs.
Silviah,
ResponderEliminarmas no entretanto, os nossos salários deste mês, já sofrem um rombo...pois confiscam-nos uma percentagem para pagar a crise que veio de fora e que engrossou com o roubo dos figurões que continuam em lugares-chave.
porca miséria.
beijo