Belíssimo o seu poema e cheio de uma profundidade só para distraídos insuspeita.
Bem de acordo com esta frondosa e fresca praça de oliveiras, onde queria ter falado dos sem terra, mas não tive oportunidade, infelizmente, mas foi-me humanamente impossível, dado os afazeres durante o fim-de-semana. Oportunidades, no entanto, certamente não faltarão.
De qualquer forma, sempre a senhora vai rendilhando este seu jardim onde nos enchemos de encantos.
Luís! :)obrigada por ter gostado. Pena não ter comentado lá atrás no post dos sem terra...acho que ficou MESMO sem qualquer referência... daqui da minha praça das oliveiras dfesejo-lhe paz e saúde!
A árvore do conhecimento
ResponderEliminarque também é a do amor.
E em ela me osmoseei,
fiz da sua a minha seiva.
Olááá,
Belíssimo o seu poema e cheio de uma profundidade só para distraídos insuspeita.
Bem de acordo com esta frondosa e fresca praça de oliveiras, onde queria ter falado dos sem terra, mas não tive oportunidade, infelizmente, mas foi-me humanamente impossível, dado os afazeres durante o fim-de-semana.
Oportunidades, no entanto, certamente não faltarão.
De qualquer forma, sempre a senhora vai rendilhando este seu jardim onde nos enchemos de encantos.
A paz esteja consigo,
Luís
Ah, se todo esconde-esconde fosse assim, né? =)
ResponderEliminarBeijo!
Luís!
ResponderEliminar:)obrigada por ter gostado.
Pena não ter comentado lá atrás no post dos sem terra...acho que ficou MESMO sem qualquer referência...
daqui da minha praça das oliveiras dfesejo-lhe paz e saúde!
Lara,
ResponderEliminarera bom, não era?
mas, por vezes nós é que somos os culpados, porque não sabemos observar...olhar em roda ou para o ar.
beijo, querida.