Lindo fractal, como sempre. Palavras sábias de saudade. Passa pelo meu canto e verás um pedaço dessa África que te abrasa o coração. Como acontece comigo. Não é o teu Moçambique mas é uma cidade irmã, muito querida - Luanda. A minha cidade. Beijinhos Caldeira
Caríssimo Zé, muito obrigada pelas tuas habituais palavras de incentivo. mas estás a confundir-me com alguém, eu não sou de moçambique , mas sim de Angola. Nasci no Lubango e percorri quase toda Angola.e vivi os meus 1ºs 7 anos no deserto do Namibe, no Karakulo. beijinhos e vou já lá ver.
Querida Cid@, tenho andado um bocado a viver para dentro. às vezes preciso disso para poder exprimir-me melhor depois. além do mais estamos na Primavera, que é uma estação que complica as minhas alergias...de resto, tudo bem. bejinhos e logo-logo estou no ritmo.
Querida Em@, o olhar pára nesse belíssimo fractal, como se fora um coração de saudade... tenho tanta curiosidade pela magia com que as pessoas falam de África.
Belíssimo! A repetição move a vida e deixa cicatrizes!! Essa mãe África, onde tudo começou e repetiu-se até hoje, mantém essa cicatriz que poucos, como tu, pode revelar e sentir!!! Um bom abraço e feliz dia da Mãe áfrica!!
Andy, essa curiosidade só ficará satisfeita no dia em que lá fores. obrigada por teres vindo, principalmente porque eu ando meio desaparecida. beijo no <3
Lindo fractal, como sempre. Palavras sábias de saudade. Passa pelo meu canto e verás um pedaço dessa África que te abrasa o coração. Como acontece comigo. Não é o teu Moçambique mas é uma cidade irmã, muito querida - Luanda. A minha cidade.
ResponderEliminarBeijinhos
Caldeira
"Para melhor ler o meu avesso..."
ResponderEliminarLindíssimo poema amiga Em@!
Deixo um beijo...
Caríssimo Zé,
ResponderEliminarmuito obrigada pelas tuas habituais palavras de incentivo.
mas estás a confundir-me com alguém, eu não sou de moçambique , mas sim de Angola.
Nasci no Lubango e percorri quase toda Angola.e vivi os meus 1ºs 7 anos no deserto do Namibe, no Karakulo. beijinhos e vou já lá ver.
querida Má, muito obrigada.
ResponderEliminarjá tinha saudades tuas.
ando um bocado a viver para dentro, mas logo-logo, retomo o ritmo.
beijo com :))))
Voltas e mais voltas e voltas sempre a África. Nas palavras e nas cores. Gostei do poema... mas amei mesmo o fractal!
ResponderEliminarbeijocas
Belíssimo poema!
ResponderEliminarQuanto à imagem, ficou muito linda, uma mistura de flor com coração...:)
Espero que esteja tudo bem com você amiga.
Te desejo um iluminado restante de semana.
Beijo
Cid@
Um coração no lugar do cérebro só pode mesmo ser cheios de cicatrizes de saudades.
ResponderEliminarLinda arte e poema, moça.
bjs
Rossana
Anabela,
ResponderEliminarnão há volta a dar-lhe...sou mesmo de lá!por inteiro.
beijo e obrigada por teres gostado.
Querida Cid@,
ResponderEliminartenho andado um bocado a viver para dentro. às vezes preciso disso para poder exprimir-me melhor depois. além do mais estamos na Primavera, que é uma estação que complica as minhas alergias...de resto, tudo bem.
bejinhos e logo-logo estou no ritmo.
Ross,
ResponderEliminaré isso mesmo...o coração para mim é o cérebro mesmo!
beijo com :)))
Querida Em@,
ResponderEliminaro olhar pára nesse belíssimo fractal, como se fora um coração de saudade...
tenho tanta curiosidade pela magia com que as pessoas falam de África.
Beijinhos!
Belíssimo!
ResponderEliminarA repetição move a vida e deixa cicatrizes!!
Essa mãe África, onde tudo começou e repetiu-se até hoje, mantém essa cicatriz que poucos, como tu, pode revelar e sentir!!!
Um bom abraço e feliz dia da Mãe áfrica!!
Andy,
ResponderEliminaressa curiosidade só ficará satisfeita no dia em que lá fores.
obrigada por teres vindo, principalmente porque eu ando meio desaparecida.
beijo no <3
Obrigada, Jaime.
ResponderEliminarhoje aí é o dia da Mãe, não é? Pois que o seja todos os dias.
beijo
Uma imagem cor de fogo como a saudade que aquece cada palavra...
ResponderEliminarLonga vida á Mamã África!
brisas mornas para todos***