Em@, Há tanto tempo que não venho banhar-me neste bálsamo de doçura de palavras e imagens. Não tenho tido Net. Adorei, como sempre esta forma tão peculiar de nos fazer virar para o nosso interior. Beijinhos Caldeira
Se andaste a semear palavras...está desculpada a tua ausência...;) e o vento vai contar tudo...e eu vou saber...do teu interior...do futuro roubado nos olhos...a culpa não é minha...é do tal vento...que nunca se cala...:)
não esqueci , não. tive problemas com o blogger durante algum tempo. nem postar conseguia, quanto mais comentar e visitar os amigos. e depois fiquei um bocado preguiçosa...mas agora isso acabou eh eh eh beijo grande e vou-te visitar já-já!
Ema
ResponderEliminarLindo o poema e a composição com o fractal.
Fica para amanhã.
Miguel,
ResponderEliminarobrigada, Miguel.
Em@,
ResponderEliminarHá tanto tempo que não venho banhar-me neste bálsamo de doçura de palavras e imagens. Não tenho tido Net.
Adorei, como sempre esta forma tão peculiar de nos fazer virar para o nosso interior.
Beijinhos
Caldeira
Zé:
ResponderEliminareu também estive parada. 1º porque tive problemas em postar e comentar e depois porque lagarteei ao sol...
mas agora vou "portar-me bem".
beijo
"Que se eleva num canto chão!" Lindo!!
ResponderEliminarDeixo um beijo amiga esquecida do Poetar...
Saudades de te ler por lá...
Má
Se andaste a semear palavras...está desculpada a tua ausência...;) e o vento vai contar tudo...e eu vou saber...do teu interior...do futuro roubado nos olhos...a culpa não é minha...é do tal vento...que nunca se cala...:)
ResponderEliminarBeijoka grande Em@
Querida Má,
ResponderEliminarnão esqueci , não.
tive problemas com o blogger durante algum tempo. nem postar conseguia, quanto mais comentar e visitar os amigos. e depois fiquei um bocado preguiçosa...mas agora isso acabou eh eh eh
beijo grande e vou-te visitar já-já!
Ainda bem, que o vento te vai dar notícias das minhas andanças e contra-danças...
ResponderEliminargostei de te ter por cá.
beijo, querida Pedras Nuas, com :))))
Olá querida Ema,
ResponderEliminarGostei do poema...tem um toque de nostalgia...o canto-chão...mas pula, quando agarras o futuro que tens nos olhos!...
Beijinhos,
Manú