E sendo assim bom dia, com o Blind Boy que desconhecia e agora fiquei a saber que se trata de mais uma daquelas vozes e sorrisos que nos fazem viajar pelos carris dos acordes e as imagens que voam das palavras que canta. Até nestes pormenores a senhora merece nota dez -na escala brasileira, é claro.
Inicialmente tinha-me parecido que estava em presença de um daqueles encontros de beleza, neste caso musical, em que tantas cidades são férteis; Seu Jorge, um négão de todo o tamanho que canta que nem Caruso, com seus poemas lindos e feitos à medida do que é preciso para que um homem pense, Seu Jorge que viu o irmão subir ao Céu e que fugiu dos tiroteios da favela brava que mata e sobretudo sufoca matando a vida que permanece viva, mas só na aparência, também Seu Jorge foi ganhador de moedas no Metrô, nooossa, mas em Paris, onde milagreira descoberto o atirou para os estúdios e uma carreira que, graças à Deus, aí está para nos alegrar e inquietar também, pois nem só dji pão vivem os home. E como Seu Jorge muitos outros anónimos nos dão show por essas praças e rincões do quotidiano de quem tenha tempo e coração para encontrar.
Já alguma vez esteve em Salzburgo? É como se as pétalas do céu nos tocassem a pele de cetim e frescura e o ambiente sonoro das ruas nos enchesse o coração do azul da paixão. Lindo de se ver, amaravilhoso de se estar.
Enfim, coisas de boys, não dos jobs, nem os blinds, mas daqueles que assim deixam ficar a sua alma, na juventude de um espírito sempre aberto ao espanto, como o poeta de que aparentemente a Senhora também gosta, esse mesmo, o que um dia se recusou a passar dos vinte anos.
Olááá,
ResponderEliminarE sendo assim bom dia, com o Blind Boy que desconhecia e agora fiquei a saber que se trata de mais uma daquelas vozes e sorrisos que nos fazem viajar pelos carris dos acordes e as imagens que voam das palavras que canta. Até nestes pormenores a senhora merece nota dez -na escala brasileira, é claro.
Inicialmente tinha-me parecido que estava em presença de um daqueles encontros de beleza, neste caso musical, em que tantas cidades são férteis; Seu Jorge, um négão de todo o tamanho que canta que nem Caruso, com seus poemas lindos e feitos à medida do que é preciso para que um homem pense, Seu Jorge que viu o irmão subir ao Céu e que fugiu dos tiroteios da favela brava que mata e sobretudo sufoca matando a vida que permanece viva, mas só na aparência, também Seu Jorge foi ganhador de moedas no Metrô, nooossa, mas em Paris, onde milagreira descoberto o atirou para os estúdios e uma carreira que, graças à Deus, aí está para nos alegrar e inquietar também, pois nem só dji pão vivem os home.
E como Seu Jorge muitos outros anónimos nos dão show por essas praças e rincões do quotidiano de quem tenha tempo e coração para encontrar.
Já alguma vez esteve em Salzburgo?
É como se as pétalas do céu nos tocassem a pele de cetim e frescura e o ambiente sonoro das ruas nos enchesse o coração do azul da paixão. Lindo de se ver, amaravilhoso de se estar.
Enfim, coisas de boys, não dos jobs, nem os blinds, mas daqueles que assim deixam ficar a sua alma, na juventude de um espírito sempre aberto ao espanto, como o poeta de que aparentemente a Senhora também gosta, esse mesmo, o que um dia se recusou a passar dos vinte anos.
A paz esteja convosco,
Luís Gomes
Luis,
ResponderEliminarpois, Salzburg...já lá estive e quem sabe?...
não conheço o seu Jorge, mas faço parte da família deste maravilhoso projecto: Playing for Change!
Paz e saúde!
Olá, ao som de Seu Jorge
ResponderEliminarE sendo assim, ouça lá o "Zé do Caroço", que trabalha e batalha e faz um discurso profundo, ele quer o bem da favela, no Morro do Pau da Bandeira.
Rostos, vozes, almas que o mundo tem.
Uma noite em paz,
Luís Gomes