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quinta-feira, 22 de julho de 2010
segunda-feira, 5 de julho de 2010
estudo XXIV

Ecoooooo
"Vigésimo Primeiro Cálice
Aqueles que não amam, sequer
Não são protegidos de Arina
Confundindo, portanto, A mulher
Com qualquer coisa, qualquer menina!
*
Três vezes sete foram as loucuras
Até ver as coisas como enfim são,
Que tudo há no mundo se o procuras
Na redonda vitória, sem teias de ilusão...
Bebida a última gota só formas puras
Ficam a dançar nos romances do pão
Bordados com as flores tecidas, seguras
No entretecido feminino da perfeição.
Estrelas, cometas, verdejantes prados
Claustros frescos, nichos triangulares
Onde os dizeres se tornam outros arados
De arrotear as tardes serenas, singulares
Em que os enredos maiores são calados
Como beijos recatados, cruzados a pares.
(...)"
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J. Maria Castanho
Aqueles que não amam, sequer
Não são protegidos de Arina
Confundindo, portanto, A mulher
Com qualquer coisa, qualquer menina!
*
Três vezes sete foram as loucuras
Até ver as coisas como enfim são,
Que tudo há no mundo se o procuras
Na redonda vitória, sem teias de ilusão...
Bebida a última gota só formas puras
Ficam a dançar nos romances do pão
Bordados com as flores tecidas, seguras
No entretecido feminino da perfeição.
Estrelas, cometas, verdejantes prados
Claustros frescos, nichos triangulares
Onde os dizeres se tornam outros arados
De arrotear as tardes serenas, singulares
Em que os enredos maiores são calados
Como beijos recatados, cruzados a pares.
(...)"
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J. Maria Castanho
Porque eu gosto de me perder
Nas vagas com que o vento leva a floresta
A esbracejar e inquietar-se de murmúrios
Que se fazem de manchas de pólen
Voando para longe,
Deixo-me balouçar nos enredos
Que o vai vem dos dias me oferecem.
E agradeço tamanhas venturas.
Luís F. de A. GomesNas vagas com que o vento leva a floresta
A esbracejar e inquietar-se de murmúrios
Que se fazem de manchas de pólen
Voando para longe,
Deixo-me balouçar nos enredos
Que o vai vem dos dias me oferecem.
E agradeço tamanhas venturas.
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