Emocionante!
De uma forma virtuosa, John Lennon da Silva deu um chapadão, com arte, ao preconceito de quem julga os outros pelo exterior. Vejam, por favor, até ao fim.
Que triste o comportamento da jurada!!
Mostrar mensagens com a etiqueta dos outros. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta dos outros. Mostrar todas as mensagens
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
sábado, 29 de janeiro de 2011
Dos Outros e Dos Afectos
"Foi no passado dia 21 de Janeiro que o Eclodir Azul se juntou, como convidado especial, à Banda Ölga, no Museu do Oriente.
Eclodir Azul
Nascido de um sonho de 5 percussionistas, este projecto nasceu, cresceu e desenvolveu-se e é hoje uma referência não só a nível nacional, mas também no estrangeiro. Sendo que, em 4 anos de existência podemos contar com mais de 11 presenças internacionais e mais de 250 actuações realizadas. Este é um projecto sem fins lucrativos que tem como objectivo a reintegração no meio social e escolar, incutir valores e desenvolver a criatividade e capacidades dos participantes e acima de tudo dar-lhes um ambiente harmonioso e alegre onde possam crescer, aprender e conviver. Estamos todos os Sábados e Domingos, das 14h às 18h no Cine-teatro (antigo cinema) de Loures, por trás da Câmara Municipal. Apareçam, estamos a vossa espera!"
Daqui
Nota:
Tenho um carinho especial por este grupo, não só pelos seus objectivos e próprio som, mas porque nele está de corpo e alma, um dos meus sobrinhos do coração, já aqui falado.
Amanhã poderão vê-lo(s) no programa da SIC "Portugal tem Talento" às 21 e 30.
Eu apoio os ECLODIR AZUL.
Etiquetas:
Dos Afectos,
dos outros,
eclodir azul
domingo, 14 de novembro de 2010
Dos Outros - Uma sugestão minha
A minha amiga e colega, Anabela Magalhães, na sua hiperactividade mental :))), dinamiza o Projecto e o Clube "História em Movimento", que nasceu da percepção da desvalorização que a disciplina de História tem vindo a sofrer, nos últimos anos, no redesenho curricular do Ministério da (des)Educação.
Acompanha estes, um blogue homónimo muito interessante e uma mais valia para quem se interessa pelos assuntos da História, tanto pelo material postado como pela partilha dos mesmos. Muitos dos meus leitores são professores. E os que não são, terão filhos. Aproveitem e visitem o História em Movimento.
E tornem-se seguidores do mesmo.
Vão por mim, que vão bem :)) e darão uma alegria aos alunos do Clube que têm o objectivo de atingirem os 100 seguidores até ao Natal. E já contam com 56...
Eu, como também sou uma mulher apologista da partilha, vou re-postar hoje uma pintura que fiz e que intitulei "Memória Genética", depois de ter visto uma pintura rupestre no blogue "Historia Viva" do colega brasileiro , Eduardo Marculino.
Acompanha estes, um blogue homónimo muito interessante e uma mais valia para quem se interessa pelos assuntos da História, tanto pelo material postado como pela partilha dos mesmos. Muitos dos meus leitores são professores. E os que não são, terão filhos. Aproveitem e visitem o História em Movimento.
E tornem-se seguidores do mesmo.
Vão por mim, que vão bem :)) e darão uma alegria aos alunos do Clube que têm o objectivo de atingirem os 100 seguidores até ao Natal. E já contam com 56...
Eu, como também sou uma mulher apologista da partilha, vou re-postar hoje uma pintura que fiz e que intitulei "Memória Genética", depois de ter visto uma pintura rupestre no blogue "Historia Viva" do colega brasileiro , Eduardo Marculino.
Pintura de Em@
©
(Técnica Mista)
Etiquetas:
dos outros,
História em Movimento,
pintura rupestre
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Dos Outros: Lançamento do Livro de Márcia Cristina Lio Magalhães
É com honra e prazer que reblogo o Convite que a Márcia Cristina Lio de Magalhães postou no seu blog(ue) para o lançamento do seu Livro de Poesia "Poetar é Preciso".
.
Convido, portanto, todos os meus leitores e comentadores da zona de São Paulo (e sei que são muitos *_*) para este evento.
Podem ter a certeza de que, se eu vivesse aí, seria uma das primeiras a chegar!
.
E para a Márcia endereço daqui, deste lado do Atlântico, as palavras que se dizem no teatro: minha querida, merde, merde, merde (em Francês para não parecer mal :S).
Tenho a certeza de que será um sucesso!
Beijo-te no coração

.
Convido, portanto, todos os meus leitores e comentadores da zona de São Paulo (e sei que são muitos *_*) para este evento.
Podem ter a certeza de que, se eu vivesse aí, seria uma das primeiras a chegar!
.
E para a Márcia endereço daqui, deste lado do Atlântico, as palavras que se dizem no teatro: minha querida, merde, merde, merde (em Francês para não parecer mal :S).
Tenho a certeza de que será um sucesso!
Beijo-te no coração

Agora é oficial:
Livro: Poetar é Preciso
Autor: Márcia Cristina Lio Magalhães
Categoria: Poesia
ISBN: 978.85.366.189-37
Editora: Grupo Editorial Scortecci
Ano de Publicação: 2010 - 1° Edição.
Lançamento: 14/08/2010 das 19:30 às 21:00 hs
Local: 21º Bienal Internacional de São Paulo - Anhembi
http://www.bienaldolivrosp.com.br/A-Bienal-do-Livro/Pre-Lancamento-de-Livros/
Livro: Poetar é Preciso
Autor: Márcia Cristina Lio Magalhães
Categoria: Poesia
ISBN: 978.85.366.189-37
Editora: Grupo Editorial Scortecci
Ano de Publicação: 2010 - 1° Edição.
Lançamento: 14/08/2010 das 19:30 às 21:00 hs
Local: 21º Bienal Internacional de São Paulo - Anhembi
http://www.bienaldolivrosp.com.br/A-Bienal-do-Livro/Pre-Lancamento-de-Livros/
Etiquetas:
dos outros,
lançamento do Livro,
Márcia Magalhães,
Poetar é Preciso
domingo, 4 de julho de 2010
Dos Outros: uma carta.... para lerem e reflectirem
" Carta para Josefa, minha avó "
Tens noventa anos. És velha, dolorida. Dizes-me que foste a mais bela rapariga do teu tempo - e eu acredito. Não sabes ler. Tens as mãos grossas e deformadas, os pés encortiçados. Carregaste à cabeça toneladas de restolho e lenha, albufeiras de água. Viste nascer o sol todos os dias. De todo o pão que amassaste se faria um banquete universal. Criaste pessoas e gado, meteste os bácoros na tua própria cama quando o frio ameaçava gelá-los. Contaste-me histórias de aparições e lobisomens, velhas questões de família, um crime de morte. Trave da tua casa, lume da tua lareira - sete vezes engravidaste, sete vezes deste à luz.
Não sabes nada do mundo. Não entendes de política, nem de economia, nem de literatura, nem de filosofia, nem de religião. Herdaste umas centenas de palavras práticas, um vocabulário elementar. Com isto viveste e vais vivendo. És sensível às catástrofes e também aos casos de rua, aos casamentos de princesas e ao roubo dos coelhos da vizinha. Tens grandes ódios por motivos de que já perdeste a lembrança, grandes dedicações que assentam em coisa nenhuma. Vives. Para ti, a palavra Vietname é apenas um som bárbaro que não condiz com o teu círculo de légua e meia de raio. Da fome sabes alguma coisa: já viste uma bandeira negra içada na torre da igreja. (Contaste-me tu, ou terei sonhado que o contavas?) Transportas contigo o teu pequeno casulo de interesses. E, no entanto, tens os olhos claros e és alegre. O teu riso é como um foguete de cores. Como tu, não vi rir ninguém.
Estou diante de ti, e não entendo. Sou da tua carne e do teu sangue, mas não entendo. Vieste a este mundo e não curaste de saber o que é o mundo. Chegas ao fim da vida, e o mundo ainda é, para ti, o que era quando nasceste: uma interrogação, um mistério inacessível, uma coisa que não faz parte da tua herança: quinhentas palavras, um quintal a que em cinco minutos se dá a volta, uma casa de telha-vã e chão de barro. Aperto a tua mão calosa, passo a minha mão pela tua face enrijada e pelos teus cabelos brancos, partidos pelo peso dos carregos - e continuo a não entender. Foste bela, dizes, e bem vejo que és inteligente. Por que foi então que te roubaram o mundo? Mas disto talvez entenda eu, e dir-te-ia o como, o porquê e o quando se soubesse escolher das minhas inumeráveis palavras as que tu pudesses compreender. Já não vale a pena. O mundo continuará sem ti - e sem mim. Não teremos dito um ao outro o que mais importava.
Não teremos realmente? Eu não te terei dado, porque as minhas palavras não são as tuas, o mundo que te era devido. Fico com esta culpa de que me não acusas - e isso ainda é pior. Mas porquê, avó, porque te sentas tu na soleira da tua porta, aberta para a noite estrelada e imensa, para o céu de que nada sabes e por onde nunca viajarás, para o silêncio dos campos e das árvores assombradas, e dizes, com a tranquila serenidade dos teus noventa anos e o fogo da tua adolescência nunca perdida: "O mundo é tão bonito, e eu tenho tanta pena de morrer!".
É isto que eu não entendo - mas a culpa não é tua.
"Carta para Josefa, minha avó", publicada por Saramago, em 14 de Março de 1968, no jornal lisboeta "A Capital"
A velha senhora era analfabeta.
Nota:
1 Beijo para ti, Zé Guerra Santos, e muitos thankiús!
O Zé é do meu Kimbu, colega do Liceu Nacional Diogo Cão e perdido na Diáspora, desde 1975! Reencontrámo-nos no FB e revimo-nos no fim-de-semana passado, conheci a sua Mukaia (mulher) e matámos alguma "sódade" com outros manos...
Tens noventa anos. És velha, dolorida. Dizes-me que foste a mais bela rapariga do teu tempo - e eu acredito. Não sabes ler. Tens as mãos grossas e deformadas, os pés encortiçados. Carregaste à cabeça toneladas de restolho e lenha, albufeiras de água. Viste nascer o sol todos os dias. De todo o pão que amassaste se faria um banquete universal. Criaste pessoas e gado, meteste os bácoros na tua própria cama quando o frio ameaçava gelá-los. Contaste-me histórias de aparições e lobisomens, velhas questões de família, um crime de morte. Trave da tua casa, lume da tua lareira - sete vezes engravidaste, sete vezes deste à luz.
Não sabes nada do mundo. Não entendes de política, nem de economia, nem de literatura, nem de filosofia, nem de religião. Herdaste umas centenas de palavras práticas, um vocabulário elementar. Com isto viveste e vais vivendo. És sensível às catástrofes e também aos casos de rua, aos casamentos de princesas e ao roubo dos coelhos da vizinha. Tens grandes ódios por motivos de que já perdeste a lembrança, grandes dedicações que assentam em coisa nenhuma. Vives. Para ti, a palavra Vietname é apenas um som bárbaro que não condiz com o teu círculo de légua e meia de raio. Da fome sabes alguma coisa: já viste uma bandeira negra içada na torre da igreja. (Contaste-me tu, ou terei sonhado que o contavas?) Transportas contigo o teu pequeno casulo de interesses. E, no entanto, tens os olhos claros e és alegre. O teu riso é como um foguete de cores. Como tu, não vi rir ninguém.
Estou diante de ti, e não entendo. Sou da tua carne e do teu sangue, mas não entendo. Vieste a este mundo e não curaste de saber o que é o mundo. Chegas ao fim da vida, e o mundo ainda é, para ti, o que era quando nasceste: uma interrogação, um mistério inacessível, uma coisa que não faz parte da tua herança: quinhentas palavras, um quintal a que em cinco minutos se dá a volta, uma casa de telha-vã e chão de barro. Aperto a tua mão calosa, passo a minha mão pela tua face enrijada e pelos teus cabelos brancos, partidos pelo peso dos carregos - e continuo a não entender. Foste bela, dizes, e bem vejo que és inteligente. Por que foi então que te roubaram o mundo? Mas disto talvez entenda eu, e dir-te-ia o como, o porquê e o quando se soubesse escolher das minhas inumeráveis palavras as que tu pudesses compreender. Já não vale a pena. O mundo continuará sem ti - e sem mim. Não teremos dito um ao outro o que mais importava.
Não teremos realmente? Eu não te terei dado, porque as minhas palavras não são as tuas, o mundo que te era devido. Fico com esta culpa de que me não acusas - e isso ainda é pior. Mas porquê, avó, porque te sentas tu na soleira da tua porta, aberta para a noite estrelada e imensa, para o céu de que nada sabes e por onde nunca viajarás, para o silêncio dos campos e das árvores assombradas, e dizes, com a tranquila serenidade dos teus noventa anos e o fogo da tua adolescência nunca perdida: "O mundo é tão bonito, e eu tenho tanta pena de morrer!".
É isto que eu não entendo - mas a culpa não é tua.
"Carta para Josefa, minha avó", publicada por Saramago, em 14 de Março de 1968, no jornal lisboeta "A Capital"
A velha senhora era analfabeta.
Nota:
1 Beijo para ti, Zé Guerra Santos, e muitos thankiús!
O Zé é do meu Kimbu, colega do Liceu Nacional Diogo Cão e perdido na Diáspora, desde 1975! Reencontrámo-nos no FB e revimo-nos no fim-de-semana passado, conheci a sua Mukaia (mulher) e matámos alguma "sódade" com outros manos...
Etiquetas:
Carta para Josefa,
dos outros,
José Saramago,
minha avó.
sábado, 12 de junho de 2010
Dos Outros: Lançamento do Livro de Luís Diferr: "Portugal".
Fotografia (c)Pérola de Cultura
Já falei deste lançamento aqui.
Obtêm mais informações no Pérola de Cultura
Etiquetas:
Banda Desenhada,
dos outros,
História,
Ilustração,
Literatura,
Livros
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Dos Outros: Actualíssimo
"Quando se quer falar de um País caótico e que pela sua decadência progressiva poderá vir
a ser riscado do mapa da Europa citam-se, a par, a Grécia e Portugal."
As Farpa (1872)
Eça de Queiroz
a ser riscado do mapa da Europa citam-se, a par, a Grécia e Portugal."
As Farpa (1872)
Eça de Queiroz
Etiquetas:
dos outros,
Eça,
farpas
domingo, 6 de junho de 2010
Dos Outros:A tequinologia do abraço mineiro!
Ainda há pouco, no blog do Rubens Guilherme Pesenti ,falava do facto de eu gostar dos diferentes linguajares e utilizá-los amiúde.
Nem de propósito, um amigo que muito prezo, mandou-me esta delícia.
Espero que vos delicie tanto como a mim.
Muitos thankiús, Miguel Loureiro e o abraço soube bem.
Nem de propósito, um amigo que muito prezo, mandou-me esta delícia.
Espero que vos delicie tanto como a mim.
Muitos thankiús, Miguel Loureiro e o abraço soube bem.
A tequinologia do abraço
por um matuto mineiro
O matuto falava tão calmamente, que parecia medir, analisar e meditar sobre cada palavra que dizia...
- É... das invenção dos homi, a que mais tem sintido é o abraço. O abraço num tem jeito di um só aproveitá! Tudo quanto é gente, no abraço, participa uma beradinha...
Quandu ocê tá danado de sodade, o abraço de arguém ti alivia.. Quandu ocê tá cum muita reiva, vem um, te abraça e ocê fica até sem graça de continuá cum reiva..... Si ocê tá feliz e abraça arguém, esse arguém pega um poquim da sua alegria... Si arguém tá duente, quandu ocê abraça ele, ele começa a miorá, i ocê miora junto tamém...
Muita gente importante e letrado já tentô dá um jeito de sabê purquê qui é, qui o abraço tem tanta tequilonogia, mas ninguém inda discubriu... Mas, iêu sei! Foi um ispirto bão de Deus qui mi contô... Iêu vô contá procêis u qui foi quel mi falô: O abraço é bão pur causa do Coração...
Quandu ocê abraça arguém, fais massarge no coração!... I o coração do ôtro é massargiado tamém! Mas num é só isso, não... Aqui tá a chave do maió segredo de tudo:
É qui, quandu nois abraça arguém, nóis fica cum dois coração no peito!...
INTONCE..
UM ABRAÇU PRÔ CÊ!!!!
Etiquetas:
A tequinologia do abraço mineiro,
dos outros
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Apeteceu-me : Pablo Neruda
Obrigada, Bruxinha Bé pela dica!
Amei.Amo o Neruda!
Etiquetas:
apeteceu-me,
dos outros,
Pablo Neruda
quinta-feira, 13 de maio de 2010
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Dos Outros : A Descoberta
descobri um vizinho.
é bom ter vizinhos e descobri-los. e com ele descobri algumas coisas boas. vocês sabem que eu gosto da palavra "coisas", porque é abrangente e dá para tudo.
este vizinho tem um (h)ortografias e foi de lá lá que colhi estes "750 000" que quero partilhar convosco.
ora, aqui está outra palavra de que gosto : partilhar.
é bom ter vizinhos e descobri-los. e com ele descobri algumas coisas boas. vocês sabem que eu gosto da palavra "coisas", porque é abrangente e dá para tudo.
este vizinho tem um (h)ortografias e foi de lá lá que colhi estes "750 000" que quero partilhar convosco.
ora, aqui está outra palavra de que gosto : partilhar.
ou partilha. depende do modo como as uso.
espero que gostem tanto desta partilha, como eu gostei do original.
em baixo ensino-vos o caminho para o (h) ortografias.
"750 000
para pequenalmoçar com
Sócrates?
e Luís?
ora, Luís
chamou-lhe
um FIGO "
.
Platero
Nota 1:
Caminho para o h-ortografias.
.
Nota 2 :
Muitos thnakiús ao vizinho platero.
Etiquetas:
(h)ortografias,
750 000,
dos outros
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Dos Outros
.
Descobri há poucos dias um blog(ue) do qual admiro, principalmente, a arte irreverente do seu editor, Luís Baptista, e que se chama Por Uma Unha Negra. Como o tempo começou a aquecer rebloguei este post:
Descobri há poucos dias um blog(ue) do qual admiro, principalmente, a arte irreverente do seu editor, Luís Baptista, e que se chama Por Uma Unha Negra. Como o tempo começou a aquecer rebloguei este post:
Nota:
Muitos thankiús, Luís B, por me autorizares a lançar o modelito aqui. :D
Etiquetas:
dos outros,
humor artístico
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Dos Outros: Poetar Entre Noivos
.
POEMA ESCRITO POR ELE:
Que feliz sou eu, meu amor!
Já, já estaremos casados,
o café da manhã na cama,
um bom suco e pão torrado
Com ovos bem mexidinhos
tudo pronto bem cedinho
depois irei pro trabalho
e voce para o mercado
Daí vc corre prá casa
rápidinho, arruma tudo
e corre pro seu trabalho
para começar seu turno
Voce sabe que de noite
gosto de jantar bem cedo
de ver você bem bonita
alegre e sorridente
Pela noite minisséries
cineminha bem barato
nunca iremos ao shopping
nem a restaurantes caros
Voce vai cozinhar pra mim
comidinhas bem caseiras
pois não sou dessas pessoas
que gosta de comer fora...
Voce não acha querida
que esses serão dias gloriosos?
Não se esqueça meu amor
que logo seremos esposos!
POEMA ESCRITO POR ELA:
Que sincero meu amor!
Que oportuna tuas palavras!
Esperas tanto de mim
que me sinto intimidada
Não sei fazer ovo mexido
como sua mãe adorada,
meu pão torrado se queima
de cozinha não sei nada!
Gosto muito de dormir,
até tarde, relaxada
ir ao shopping fazer compras
com a Mastercard dourada
Sair com minhas amigas,
comprar só roupa de marca
sapatos só exclusivos
e as lingeries mais caras
Pense bem, que ainda há tempo
a igreja não está paga
eu devolvo meu vestido
e você seu terno de gala
E domingo bem cedinho
prá começar a semana,
ponha aviso num jornal
com letras bem destacadas
HOMEM JOVEM E BONITO
PROCURA ESCRAVA BEM LERDA
POR QUE SUA EX-FUTURA ESPOSA
MANDOU ELE IR À M*RDA!!!!!!
(autor/a desconhecido/a)
Que feliz sou eu, meu amor!
Já, já estaremos casados,
o café da manhã na cama,
um bom suco e pão torrado
Com ovos bem mexidinhos
tudo pronto bem cedinho
depois irei pro trabalho
e voce para o mercado
Daí vc corre prá casa
rápidinho, arruma tudo
e corre pro seu trabalho
para começar seu turno
Voce sabe que de noite
gosto de jantar bem cedo
de ver você bem bonita
alegre e sorridente
Pela noite minisséries
cineminha bem barato
nunca iremos ao shopping
nem a restaurantes caros
Voce vai cozinhar pra mim
comidinhas bem caseiras
pois não sou dessas pessoas
que gosta de comer fora...
Voce não acha querida
que esses serão dias gloriosos?
Não se esqueça meu amor
que logo seremos esposos!
POEMA ESCRITO POR ELA:
Que sincero meu amor!
Que oportuna tuas palavras!
Esperas tanto de mim
que me sinto intimidada
Não sei fazer ovo mexido
como sua mãe adorada,
meu pão torrado se queima
de cozinha não sei nada!
Gosto muito de dormir,
até tarde, relaxada
ir ao shopping fazer compras
com a Mastercard dourada
Sair com minhas amigas,
comprar só roupa de marca
sapatos só exclusivos
e as lingeries mais caras
Pense bem, que ainda há tempo
a igreja não está paga
eu devolvo meu vestido
e você seu terno de gala
E domingo bem cedinho
prá começar a semana,
ponha aviso num jornal
com letras bem destacadas
HOMEM JOVEM E BONITO
PROCURA ESCRAVA BEM LERDA
POR QUE SUA EX-FUTURA ESPOSA
MANDOU ELE IR À M*RDA!!!!!!
(autor/a desconhecido/a)
.
Nota:
Recebido por e-mail.
Muitos thankius, AB.
Etiquetas:
dos outros,
poema (autor desconhecido)ironia
domingo, 14 de fevereiro de 2010
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
domingo, 7 de fevereiro de 2010
Dos Outros
Ainda a propósito do Haiti, pela arte e palavras do Tacci:

Conheço a arte do Tacci, já há alguns anos, através do blogue, já extinto, de uma amiga.
Gostei sempre do seu traço e das palavras incisivas e nem sempre óbvias que acompanham os seus bonecos.
Na altura ainda não tinha o Em@, nem nada desse género, para lhe fazer companhia (seguidores) ou para o trazer para a minha companhia.
É, pois, com muito gosto que o dou a conhecer aos meus leitores -àqueles que ainda o não conhecem, é claro - e que amplio a sua arte.
Depois de ter solicitado permissão e da sua anuência, retirei-o:
Daqui
Etiquetas:
dos outros,
haiti,
tacci
Subscrever:
Mensagens (Atom)











