Porque hoje é o 3º aniversário de um acontecimento que me marcou e transformou para sempre, assim como se fosse um renascimento... deixo-vos, na companhia do poema que (lhe) fiz, uma das músicas que tem o condão de me pôr UP.
Honras à vida, pois então.
Minha.
Tua.
Nossa.
Tchim...tchim!
Fiquem contentes comigo, fiquem! XD
.
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segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Hoje é dia de festa !
Hoje o Em@ faz um ano.
Nasceu de madrugada de uma gestação longa, muito ponderada, mas de um parto rápido, embora doloroso.
Ajudou na sua parição a minha madrinha blogueira Anabela Magalhães, que estava tão ansiosa, que nem deixou o nascituro chorar para começar a comentar...
Por isso mesmo, o bolo que aqui vos deixo para se servirem, é de sua lavra.
Muito obrigada a todos os que visitam o Em@, comentando ou não. Os que o seguem visivelmente ou não.
Honras à vida!
À minha (do Em@).
À vossa.
À nossa!

Querendo, desafio-vos a uma partilha poética.
Ou um exercício poético, que poderá ser o vosso presente para o Em@, pois então!
sem presente , não há festa. *_*
Um beijo a quem é de beijo.
Um abraço a quem é de abraço.
E um abreijo que é dos dois.
Em@
Nota:
Para mais conforto na leitura clicar , por favor, em cima da imagem. Muitos thankiús!
Presente 1 - Erikah Azzevedo

Presente 2 - Luís Gomes
Presente 3 - Zé Caldeira

Presente 4 - Pedrasnuas
Presente 5 - AC

Presente 6 - Márcia Lio Magalhães

Presente 7 - JB

Presente 8 - Andrea de Godoy Neto
Presente 9- Andy

Presente 10 - Lara Amaral
Presente 11 - Cid@
Presente 12 - Ibel

Presente 13 - Manuela Freitas

Presente 14 - Miguel Loureiro
Presente 15 - José Bravo

Presente 16 - Erica Vitorazzi

Presente 17 - jad

Presente 18 - Elenáro

Nasceu de madrugada de uma gestação longa, muito ponderada, mas de um parto rápido, embora doloroso.
Ajudou na sua parição a minha madrinha blogueira Anabela Magalhães, que estava tão ansiosa, que nem deixou o nascituro chorar para começar a comentar...
Por isso mesmo, o bolo que aqui vos deixo para se servirem, é de sua lavra.
Muito obrigada a todos os que visitam o Em@, comentando ou não. Os que o seguem visivelmente ou não.
Honras à vida!
À minha (do Em@).
À vossa.
À nossa!

Querendo, desafio-vos a uma partilha poética.
Ou um exercício poético, que poderá ser o vosso presente para o Em@, pois então!
sem presente , não há festa. *_*
Um beijo a quem é de beijo.
Um abraço a quem é de abraço.
E um abreijo que é dos dois.
Em@
Nota:
Para mais conforto na leitura clicar , por favor, em cima da imagem. Muitos thankiús!
Presente 1 - Erikah Azzevedo

Presente 2 - Luís Gomes
Presente 3 - Zé Caldeira
Presente 4 - Pedrasnuas
Presente 5 - AC
Presente 6 - Márcia Lio Magalhães

Presente 7 - JB

Presente 8 - Andrea de Godoy Neto
Presente 9- Andy
Presente 10 - Lara Amaral
Presente 11 - Cid@
Presente 12 - Ibel
Presente 13 - Manuela Freitas

Presente 14 - Miguel Loureiro
Presente 15 - José Bravo
Presente 16 - Erica Vitorazzi

Presente 17 - jad

Presente 18 - Elenáro

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Dia de Festa,
Ema,
poema
domingo, 17 de outubro de 2010
Descobri no Horizonte
descobri no horizonte
que o desejo de ser livre
pode transbordar
em formas de sonho
a taça que o retém.
_______sem estrondo
o coração voa_______
e eu regresso descalça
ao sítio onde ele estava
preso num fio de luz.
Em@ - 2010
que o desejo de ser livre
pode transbordar
em formas de sonho
a taça que o retém.
_______sem estrondo
o coração voa_______
e eu regresso descalça
ao sítio onde ele estava
preso num fio de luz.
Em@ - 2010
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sábado, 16 de outubro de 2010
Momentos com Fractais
©
______________e do desperdício pode nascer o belo,
como se de feitiço se tornasse a nossa vontade e engenho.
e
até as nossas mãos se tornam fazedoras de coisas,
que alegram as meninas dos nossos olhos,
o chão que pisamos,
o céu que nos cobre como um manto de vidrinhos preciosos__________________________
o céu que nos cobre como um manto de vidrinhos preciosos__________________________
pensamos,
então,
que valeu a pena não ter medo.
.
Em@ - 2010
Etiquetas:
momentos com fractais,
poema
segunda-feira, 12 de julho de 2010
quarta-feira, 30 de junho de 2010
segunda-feira, 21 de junho de 2010
sábado, 19 de junho de 2010
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Todas as noites
todas as noites
me sonho um rio
a correr livre
sem margens
descendo sempre
para Sul.
o mesmo Sul que me fez gente.
com a mesma saudade
de um mar de silêncio
profundo
para eu-rio
desaguar.
todas as noites
me sonho um rio
feito mar.
Em@
me sonho um rio
a correr livre
sem margens
descendo sempre
para Sul.
o mesmo Sul que me fez gente.
com a mesma saudade
de um mar de silêncio
profundo
para eu-rio
desaguar.
todas as noites
me sonho um rio
feito mar.
Em@
quarta-feira, 9 de junho de 2010
sexta-feira, 4 de junho de 2010
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Sul - Além Tejo
subi as escadas
da noite
toquei na lua.
.
desci num raio de luz
desabrochei a Sul
num mar de silêncio.
.
trouxe nos olhos
a cor do mistério
e na pele
o sabor a canela.
.
sou e estou
Além Tejo
e
vim das estrelas.
.
Em@
da noite
toquei na lua.
.
desci num raio de luz
desabrochei a Sul
num mar de silêncio.
.
trouxe nos olhos
a cor do mistério
e na pele
o sabor a canela.
.
sou e estou
Além Tejo
e
vim das estrelas.
.
Em@
quarta-feira, 2 de junho de 2010
O lobo
o lobo rodeou a casa
uivou três vezes à lua
.
triste uivo de solidão.
.
na casa acendeu-se a luz
três vezes para dar o sinal.
.
o lobo uivou outra vez
um lamento longo e triste.
cheirou o ar
e partiu para a floresta
deixando para trás
um rasto duro de silêncio.
.
na casa partiu-se o silêncio
e num lamento baixo e longo
pariu-se uma manhã fria de gelo.
.
nem o sol mais quente
aquecerá o coração
daquela casa.
.
a solidão gela-a até aos ossos.
.
Em@
uivou três vezes à lua
.
triste uivo de solidão.
.
na casa acendeu-se a luz
três vezes para dar o sinal.
.
o lobo uivou outra vez
um lamento longo e triste.
cheirou o ar
e partiu para a floresta
deixando para trás
um rasto duro de silêncio.
.
na casa partiu-se o silêncio
e num lamento baixo e longo
pariu-se uma manhã fria de gelo.
.
nem o sol mais quente
aquecerá o coração
daquela casa.
.
a solidão gela-a até aos ossos.
.
Em@
terça-feira, 1 de junho de 2010
Reencontros : wallelepoooo! kaaaaaaaa...
Desde há dias que tenho reencontrado (via Facebook) colegas e amigos da infância, adolescência e juventude que perdi na Diáspora.Se por um lado existe a alegria de os reencontrar, sendo eles agora uma incógnita para mim, por outro avoluma-se uma melancolia grande...
Há um hiato de 35 anos...uma vida inteira.
Quem somos nós agora? Que caminhos escolhemos? O que resultou dessa escolha?
Rerconhecermo-nos-emos no ser e no estar na vida, no Mundo?
Muitos foram ficando pelos caminhos o que avoluma a tristeza.
Recomeçou um outro tempo de descoberta(s)!
Há um hiato de 35 anos...uma vida inteira.
Quem somos nós agora? Que caminhos escolhemos? O que resultou dessa escolha?
Rerconhecermo-nos-emos no ser e no estar na vida, no Mundo?
Muitos foram ficando pelos caminhos o que avoluma a tristeza.
Recomeçou um outro tempo de descoberta(s)!
As palavras descem-me
pelos dedos
enquanto penteiam
emoções pela folha
de papel abaixo.
.
sentada ao sol
deixo fugir pelos olhos
as sombras que guardava
dentro de mim.
.
é tempo de abrir
as janelas da alma
e arejar as memórias.
.
wallelepooooooo!
kaaaaaaaaa...
.
Em@
pelos dedos
enquanto penteiam
emoções pela folha
de papel abaixo.
.
sentada ao sol
deixo fugir pelos olhos
as sombras que guardava
dentro de mim.
.
é tempo de abrir
as janelas da alma
e arejar as memórias.
.
wallelepooooooo!
kaaaaaaaaa...
.
Em@
Nota: wallelepo = cumprimento
Kaaaa = resposta feminina ao cumprimento
Kaaaa = resposta feminina ao cumprimento
Etiquetas:
memórias,
poema,
reeencontros
Olhos
navegam-me nos olhos
barcos órfãos de cais.
.
os pés gastam-se
no pó dos caminhos
e
as andorinhas que nidificam
no meu peito
guardam as asas
para outros voos.
.
a casa que eu quero
está cada vez mais longe
arrumada na gaveta
da infância
e
os meus olhos teimam
em fixar-se no mar.
.
que esperam eles?
.
Em@
barcos órfãos de cais.
.
os pés gastam-se
no pó dos caminhos
e
as andorinhas que nidificam
no meu peito
guardam as asas
para outros voos.
.
a casa que eu quero
está cada vez mais longe
arrumada na gaveta
da infância
e
os meus olhos teimam
em fixar-se no mar.
.
que esperam eles?
.
Em@
segunda-feira, 31 de maio de 2010
Mágoa
Quando se parte um elo numa amizade antiga.
.
.
a mágoa cresce
como uma hortênse
redonda e azul
a ocupar-me o coração todo.
.
na pele o susto
engalinha-se
e o grito na garganta
é um punho fechado
que atiro ao ar.
.
cai no chão.
.
parte-se
porque era de vidro
e magoa.
.
Em@
como uma hortênse
redonda e azul
a ocupar-me o coração todo.
.
na pele o susto
engalinha-se
e o grito na garganta
é um punho fechado
que atiro ao ar.
.
cai no chão.
.
parte-se
porque era de vidro
e magoa.
.
Em@
domingo, 30 de maio de 2010
Alinhavo-me
alinhavo-me em palavras
para ouvir o meu som
a dizer-me por aí.
.
fico à escuta
mas perco-me de mim.
.
escolhi palavras viajantes
e
só regresso
no final
da estação das chuvas.
.
até lá
sou um vocábulo silencioso.
.
Em@
para ouvir o meu som
a dizer-me por aí.
.
fico à escuta
mas perco-me de mim.
.
escolhi palavras viajantes
e
só regresso
no final
da estação das chuvas.
.
até lá
sou um vocábulo silencioso.
.
Em@
sábado, 29 de maio de 2010
Há dias
há dias
em que a voz das águas
se veste de azul
e tem apelos de Kianda.
.
preciso estar atenta
aos silêncios maduros.
.
não mergulhar de cabeça
e
perder o caminho de regresso
por ficar presa nos cabelos da água.
ou dela.
.
Em@
em que a voz das águas
se veste de azul
e tem apelos de Kianda.
.
preciso estar atenta
aos silêncios maduros.
.
não mergulhar de cabeça
e
perder o caminho de regresso
por ficar presa nos cabelos da água.
ou dela.
.
Em@
Nota 1 : Em Angola Kianda é uma deusa das águas.
Nota 2: kianda em Kimbundo (umas das línguas angolanas) significa sereia (singular).
No plural diz-se Ianda.
Nota 2: kianda em Kimbundo (umas das línguas angolanas) significa sereia (singular).
No plural diz-se Ianda.
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Sonho
sonhei-me
e não sei quem era.
.
os meus olhos falavam
mas des.pertenciam-me.
.
ganhavam asas
e miravam-me de fora.
.
eu fazia
tranças nos meus cabelos
de linhas coloridas
e
desfiava as penas
do meu coração
uma-por-uma.
.
fui um sonho.
.
sou o quê?
.
Em@
.
os meus olhos falavam
mas des.pertenciam-me.
.
ganhavam asas
e miravam-me de fora.
.
eu fazia
tranças nos meus cabelos
de linhas coloridas
e
desfiava as penas
do meu coração
uma-por-uma.
.
fui um sonho.
.
sou o quê?
.
Em@
No Meu Bolso
no meu bolso
cabe um mundo inteiro
e há sempre espaço de sobra
para pular o silêncio
e des.inventar a palavra.
.
hoje guardei lá
as nuvens negras
de borrasca
porque não tive tempo
de chorar.
.
tirei um sol aceso
e duas asas de pássaro
para libertar um pensamento
obsessivo e circular
que me enchia a cabeça
de besouros nervosos.
.
depois
abri os braços
e
espantei-os.
.
Em@
(resolução nº1 : dedicar mais tempo à meditação.)
cabe um mundo inteiro
e há sempre espaço de sobra
para pular o silêncio
e des.inventar a palavra.
.
hoje guardei lá
as nuvens negras
de borrasca
porque não tive tempo
de chorar.
.
tirei um sol aceso
e duas asas de pássaro
para libertar um pensamento
obsessivo e circular
que me enchia a cabeça
de besouros nervosos.
.
depois
abri os braços
e
espantei-os.
.
Em@
(resolução nº1 : dedicar mais tempo à meditação.)
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