Mostrar mensagens com a etiqueta rio. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta rio. Mostrar todas as mensagens
quinta-feira, 24 de maio de 2012
terça-feira, 3 de agosto de 2010
terça-feira, 30 de março de 2010
Dos outros...com afecto
.
Aida Beirão
.
Nota:
Este é um prémio com sabor a presente.
Quem tem amigos(as) bons(as) recebe prendinhas destas!
Beijinho, Aida e muitos thankiús.
Etiquetas:
Aida Beirão,
fotografia,
rio
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Do Ambiente - Ainda a propósito de barragens
Como disse num comentário do post sobre a Barragem do Fridão eu não sou contra "a barragem", mas sim contra algumas barragens, a maneira como estas são feitas e os danos que provocam no meio ambiente.
E para relembrar o "Drama de um rio : o Tâmega", já focado aqui neste blogue por diversas vezes, passei para post o link que a Anabela Magalhães deixou no último comentário que fez , esta noite, no post da Barragem do Fridão.
E para relembrar o "Drama de um rio : o Tâmega", já focado aqui neste blogue por diversas vezes, passei para post o link que a Anabela Magalhães deixou no último comentário que fez , esta noite, no post da Barragem do Fridão.
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
O Drama de Um Rio - Ainda o Tâmega
©
.
Os gritos do rio são verdes
com ecos de odores tristes
.
- Quem me salva...alva...alva?
grita o rio.
- Eu...euu...euuuuuu...
respondem
vozes líquidas de esperança
-num outro tom de verde-
que se avolumam e condensam
numa pedra que rebola
até cair no charco.
.
Será tarde?
.
Começo a contar o tempo
e vejo o tempo passar
no olhar distraído
de quem deixa lavrar o podre
que mata este rio.
.
Quem te fez assim distraído?
Quem te soprou ao ouvido o recado
para não veres e calares?
É a vida , não vês?
que deixas morrer
e que nunca se fará mar?
.
Em@
.
~
O poeta a mijar...
.
Se milagres desejais
Recorrei a São Gonçalo,
O Sócrates leva um abalo
E engole o Tâmega inteiro.
Fica o resto da vidinha
A mijar verde.
Acaba-se com barragens.
Despolui-se o mijado e obrado rio.
Rio eu ‘choa
Numa boa
E o bom Deus
Agradece
Por o deixarem sorrir-se
Das socretinices cretinas mentecaptas
Deste jardinzinho nada
Aprazível
Em que (porque nos abaixamos)
Nos mijam e obram para cima…
Se milagres desejais
Recorrei a São Gonçalo,
O Sócrates leva um abalo
E engole o Tâmega inteiro.
Fica o resto da vidinha
A mijar verde.
Acaba-se com barragens.
Despolui-se o mijado e obrado rio.
Rio eu ‘choa
Numa boa
E o bom Deus
Agradece
Por o deixarem sorrir-se
Das socretinices cretinas mentecaptas
Deste jardinzinho nada
Aprazível
Em que (porque nos abaixamos)
Nos mijam e obram para cima…
.
Ângelo Ochôa
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Tâmega- O drama de um Rio
Introdução:
Porque o Ambiente é uma das causas que me é mais cara e a ele junto a Amizade, aqui fica, ipsis verbis, o post da Anabela Magalhães - http://anabelapmatias.blogspot.com/2009/12/politica-nojenta.html.
Amplio a sua difusão junto dos meus leitores e amigos e continuarei ao lado da Anabela e de todos os que defendem o Tâmega, o Ambiente e consequentemente este nosso Planeta.
-
"Política Nojenta
Chegam-me rumores do extremo incómodo, para não lhe chamar outra coisa mais feia, por mim causado a algum triste poder local, para não lhe chamar outra coisa mais feia, que se terá verificado aquando das minhas postagens sobre o estado catastrófico do rio Tâmega.
Ao que parece, nem todos gostaram de ler e, principalmente, nem todos gostaram de ver.
Por acaso as fotografias até nem me saíram nada mal, apesar de eu, enquanto fotógrafa muito mais do que amadora, ter a perfeita noção das minhas limitações e saber que estou mesmo a anos luz de um Eduardo Pinto. Mas, confesso, até gostei delas, esteticamente falando, e só lamentei o objecto fotografado, o incómodo para os meus olhos que foi ver um rio surrealista que ainda hoje mantenho na minha cabeça. Ok, o fedor nauseabundo também não foi nada agradável de sentir e a viscosidade verde do alguedo e o lamaçal preto das margens putrefactas a agarrarem-se às minhas sandalinhas também, confesso, não foi coisa bonita de se ver.
Ora, ao que parece, este não é o problema para esta gente medíocre, para os "palhaços" de que fala Mário Crespo, e, assim sendo, o estado do rio que se lixe. Mas que se lixe mesmo!
Parece até que na cabeça desta gente medíocre enraizou a ideia que o problema por certo se resolverá de uma maneira mui simples - não se fala do assunto e prontus. E prontus!
Ora, ora meus senhores, no lo creo que euzinha "dê mau nome à terra onde nasci e a deixe ficar mal". Até muito pelo contrário. Se por cá esperneasse mais gente do meu calibre por certo, mas por certo, estaríamos bem melhor! Modéstia à parte.
Já agora aproveito para postar uma outra fotografia sobre o desastre ambiental do Tâmega, com silhueta minha, elegante, a contrastar com o alguedo em que se transformou o rio após a construção da Barragem do Torrão. Sublinho - Após a construção da Barragem do Torrão. Pena que não a consiga postar em tamanho gigantesco pois em tamanho gigantesco aproximava-se da verdadeira dimensão da catástrofe ambiental que por aqui se quer silenciada.
Pois posto a fotografia e não a tiro. E também não me calo. Porque a editora do blogue Anabela Magalhães, euzinha, não é pressionável. Sorry. Para vocês, claro. E é verdade, por vezes tropeçam por aqui uns jornalistas abelhudos que parece não se calarem também. Sorry. Para vocês, claro!
E deixo sugestões para actuação:
- Cortar o abastecimento de água cá a casa.
- Meter um batoque no esgoto que sai desta minha casa.
- Cortar o abastecimento de electricidade cá a casa....
- ...
- Encanar o rio, tornando-o invisível. (Esta é boa! E sempre delapida mais uns recursos ao país, coisa que agora passou a estar na moda.)
- ...
Nota/Esclarecimento final
A fotografia é minha, sem truques nem trocadilhos, que foi disparar e já está. Pode ampliá-la clicando sobre ela. Chama-se "Catástrofe no Tâmega" sendo que, nada de confusões, a catástrofe não sou eu.
Percebido? Ou terei que fazer um esquema? "
Chegam-me rumores do extremo incómodo, para não lhe chamar outra coisa mais feia, por mim causado a algum triste poder local, para não lhe chamar outra coisa mais feia, que se terá verificado aquando das minhas postagens sobre o estado catastrófico do rio Tâmega.
Ao que parece, nem todos gostaram de ler e, principalmente, nem todos gostaram de ver.
Por acaso as fotografias até nem me saíram nada mal, apesar de eu, enquanto fotógrafa muito mais do que amadora, ter a perfeita noção das minhas limitações e saber que estou mesmo a anos luz de um Eduardo Pinto. Mas, confesso, até gostei delas, esteticamente falando, e só lamentei o objecto fotografado, o incómodo para os meus olhos que foi ver um rio surrealista que ainda hoje mantenho na minha cabeça. Ok, o fedor nauseabundo também não foi nada agradável de sentir e a viscosidade verde do alguedo e o lamaçal preto das margens putrefactas a agarrarem-se às minhas sandalinhas também, confesso, não foi coisa bonita de se ver.
Ora, ao que parece, este não é o problema para esta gente medíocre, para os "palhaços" de que fala Mário Crespo, e, assim sendo, o estado do rio que se lixe. Mas que se lixe mesmo!
Parece até que na cabeça desta gente medíocre enraizou a ideia que o problema por certo se resolverá de uma maneira mui simples - não se fala do assunto e prontus. E prontus!
Ora, ora meus senhores, no lo creo que euzinha "dê mau nome à terra onde nasci e a deixe ficar mal". Até muito pelo contrário. Se por cá esperneasse mais gente do meu calibre por certo, mas por certo, estaríamos bem melhor! Modéstia à parte.
Já agora aproveito para postar uma outra fotografia sobre o desastre ambiental do Tâmega, com silhueta minha, elegante, a contrastar com o alguedo em que se transformou o rio após a construção da Barragem do Torrão. Sublinho - Após a construção da Barragem do Torrão. Pena que não a consiga postar em tamanho gigantesco pois em tamanho gigantesco aproximava-se da verdadeira dimensão da catástrofe ambiental que por aqui se quer silenciada.
Pois posto a fotografia e não a tiro. E também não me calo. Porque a editora do blogue Anabela Magalhães, euzinha, não é pressionável. Sorry. Para vocês, claro. E é verdade, por vezes tropeçam por aqui uns jornalistas abelhudos que parece não se calarem também. Sorry. Para vocês, claro!
E deixo sugestões para actuação:
- Cortar o abastecimento de água cá a casa.
- Meter um batoque no esgoto que sai desta minha casa.
- Cortar o abastecimento de electricidade cá a casa....
- ...
- Encanar o rio, tornando-o invisível. (Esta é boa! E sempre delapida mais uns recursos ao país, coisa que agora passou a estar na moda.)
- ...
Nota/Esclarecimento final
A fotografia é minha, sem truques nem trocadilhos, que foi disparar e já está. Pode ampliá-la clicando sobre ela. Chama-se "Catástrofe no Tâmega" sendo que, nada de confusões, a catástrofe não sou eu.
Percebido? Ou terei que fazer um esquema? "
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Prémio "Em Defesa do Nosso Rio"
Prémio "Em Defesa do Nosso Rio"
A Anabela Magalhães teve a gentileza partilhar comigo (entre outros/as) este prémio que, muito merecidamente, o Ricardo Pinto lhe atribuiu.
Por ser o meu primeiro prémio, por ter vindo de quem veio e pelo motivo que foi, só posso estar, mesmo, muito orgulhosa e contente.
Ajudar a divulgar, na blogosfera e não só, um rio moribundo, mais precisamente o Tâmega, é um dever.
Muito obrigada Anabela.
Podes continuar a contar comigo.
Pela defesa do Ambiente estarei sempre presente!
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Ambiente
Fotografia de Anabela Matias de Magalhães
Rio
O rio
corre devagar
e
nós parados
em margens
opostas.
Observamos.
Questiono
o momento
e a forma
de chegarmos
juntos
à foz:
eu
tu
e
o rio.
Em@
Para mais:
Subscrever:
Mensagens (Atom)
















