Bem-vindo(a) - Bienvenido(a) - Welcome - Willkommen - Benvenuto(a) - Bienvenu(e)

Mostrar mensagens com a etiqueta José Luís Peixoto. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta José Luís Peixoto. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Encontro com José luís Peixoto

Ontem tive um encontro bom. Um encontro agendado com um dos meus escritores preferidos.Português e contemporâneo.
De promissor passou já a grande.
O 1º livro dele que li, foi o "Morreste-me". É um livro especial para ele (também o tenho autografado) e para mim.
Este livro liga-nos, porque fala da morte do Pai. Do dele . Contudo, eu fiquei fisicamente sem o meu, sensivelmente, na mesma altura.
A partir daí nunca mais o perdi de vista. tenho todos os livros dele.
Leio-o , ou melhor, bebo a sua escrita poética e sensível e não me canso de o ler.
Sou mesmo fã do José Luís Peixoto. :)))) e recomendo-o vivamente. Agora estou a ler "O livro" que ele me autografou ontem.
Não o percam!

José Luís Peixoto ao lado de uma estrela radiante :)
(palavras do Elenáro - eheheh)


Livros do José Luís Peixoto:
Prosa
Morreste-me - 2000
Nenhum olhar - 2000
Uma casa na escuridão - 2002
Antídoto - 2003
Cemitério de Pianos - 2006
Cal - 2007
Livro - 2010

Poesia
A criança em Ruínas - 2001
A casa, a Escuridão - 2002
Gaveta de Papéis - 2008


site: www.joseluispeixoto.net

segunda-feira, 21 de junho de 2010

As Palavras De José Luís Peixoto sobre as Intermitências da Morte, no Jornal de Letras

Testemunho sobre José Saramago

Todas as palavras

José Luís Peixoto escreve sobre o Nobel, a propósito de As Intermitências da Morte, na edição JL 915, de 26 de Outubro de 2005

A obra de Saramago não precisa das minhas palavras. Os seus livros, imperturbáveis perante todas as vozes exteriores, continuarão sempre a ser espaços onde a história que a humanidade tem conseguido construir continuará a ser revisitada sob o ponto de vista das suas mais diversas regras, lógicas e ilógicas. Nos seus romances, o mundo continuará a ser o espelho apontado à própria humanidade, como se o criador fosse caracte-rizado pela sua obra, da mesma maneira que o escritor deverá, ou deveria, ser caracterizado apenas por aquilo que escreve.
À margem de todas as palavras, Memorial do Convento será sempre um romance histórico inovador no contexto da literatura mundial; O Ano da Morte de Ricardo Reis será sempre um labirinto construído sobre outro labirinto, a forma brilhante, brilhante, como acção se aproxima de um tempo real, a consolidação do autoritarismo em Portugal, alimentando-se da própria acção, a heteronímia; A Jangada de Pedra ou Ensaio sobre a Cegueira continuarão sempre a ser dois dos enredos mais bem imaginados da literatura portuguesa; nas páginas de Evangelho Segundo Jesus Cristo nunca se apagará a descrição detalhada da morte dos mártires, nos primeiros anos do cristianismo.
Eu ou qualquer outra pessoa poderá dizer o que quiser, mas os livros continuam. Nas páginas de Saramago, a vontade e a esperança da humanidade continuarão a ser confrontadas com o peso, tantas vezes esmagador, dessa História que se escreve com maiúscula. A ironia precisa e o mi-nucioso trabalho da linguagem continuarão. O confronto entre o imaginário puro e o realismo continuarão. Totalmente indiferentes aos elogios e a todas as críticas, os livros, imperturbáveis, continuam sempre.

Nota:
Partilhado pelo José Luís Peixoto, na sexta-feira, dia 20 de Junho de 2010, pelas 15:02

sábado, 19 de junho de 2010

José Luis Peixoto recorda José Saramago



O José Luís Peixoto é, também, uma das minhas paixões na literatura (tenho muitas, aviso já!)

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Apeteceu-me

Poema de José Luís Peixoto "A casa, a escuridão", engrandecido por A Naifa
.


Boa noite!